Um pouco sobre quem somos

 

A Rede Abraço teve inicio em 1999, à partir de uma iniciativa da União Cristã Feminina e da Escola Estadual Trinta e Um de Março (ambas localizadas no Jardim Santa Mônica, na região norte de Campinas, SP).

O território dispunha de muitos equipamentos e serviços que poucos conheciam e executavam suas missões de forma individualizada. Cientes de suas limitações e diante das demandas apresentadas se propuseram a organizar um evento anual denominado Abraço Educativo Social do Jardim Santa Mônica em que o processo da organização do evento fosse utilizado como um laboratório para futuras ações em rede, onde os “diferentes” pudessem se complementar e compartilhar suas habilidades e talentos em prol da melhoria de vida da comunidade.

A partir do 3º ano houve um reconhecimento pela comunidade da região e a conquista de novos integrantes, o que levou a uma troca de nome, passando a ser denominado Abraço Educativo Social da Região dos Amarais.

A Região dos Amarais fica na Zona Norte de Campinas e é composta pelos bairros:

  • Chácara dos Amarais
  • Jardim Santa Mônica
  • Agreste
  • Jardim São Marcos
  • Vila Esperança
  • Jardim Campineiro
  • Recanto Fortuna
  • CDHU – San Martins (Conjunto Habitacional Edvaldo Orsi – Campinas C) – adjacente
  • Jardim Mirassol – adjacente
  • Vila Olímpia – adjacente
  • Parque Cidade – adjacente
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Vista área da região (Google Maps)

Objetivos:

  1. Refletir sobre questões pertinentes ao território e elaborar, articular e executar ações coletivas na Região dos Amarais, respeitando as especificidades de cada serviço e valorizando sua complementaridade.
  2. Contribuir para a melhoria da qualidade de vida da criança, do adolescente, do idoso e da comunidade em geral através da valorização, qualificação e otimização de todos os espaços educativos oferecidos no território.
  3. Contribuir no processo de reflexão da comunidade sobre sua responsabilidade na formação de indivíduos críticos e atuantes no processo de desenvolvimento do território

Crenças e Valores compartilhados pelos integrantes da nossa rede:

  1. A comunidade tem um potencial educativo
  2. Somente com o envolvimento dos diferentes atores é possível contribuir para o desenvolvimento da comunidade local
  3. Todos os espaços da comunidade são educativos e capazes de promover ações conscientes e intencionais de caráter preventivo fazendo da diversidade e da interação facilitadores de um processo de construção coletiva eficaz
  4. As ações pensadas e realizadas coletivamente ampliam as possibilidades de se obter bons resultados e reforçam as possibilidades de se obter bons resultados e reforçam o caráter de complementaridade dos diversos serviços, articulando-os e fortalecendo-os, de modo a mobilizar recursos e atuar junto aos gestores da politica pública.
  5. Suas ações contribuem direta e indiretamente na formação e desenvolvimento das potencialidades de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidades social, através da disseminação de conceitos e recursos para proteção e garantia de seus direitos.

Estratégias de articulação:

No decorrer de todos esses anos, os integrantes da Rede Abraço articulam-se através de reuniões mensais. Essa sistemática vem contribuindo para a articulação dos equipamentos e serviços estimulando a concretização de diversas ações em parceria.

O processo de organização já passou por inúmeros formatos, buscando sempre a qualificação dos resultados e a preservação dos vínculos entre os parceiros. Atualmente se constituí um grupo gestor, formado por ilimitado número de participantes tendo como responsabilidade, sistematizar e executar ações coletivas em beneficio da comunidade. O coordenador (a), tesoureiro (a) e secretaria (o) são eleitos dentro do grupo e os demais participantes representam a rede nos diversos espaços do município.

Pontos fortes da rede:

  • Ações originadas de processos participativos envolvendo moradores, profissionais dos diversos segmentos (na formulação, execução e avaliação)
  • Concentração de esforços direcionados a um objetivo comum
  • Ações desenvolvidas a partir da articulação de OGs (Organizações Governamentais) e ONGs (Organizações Não-Governamentais)
  • Disponibilidade dos integrantes em aprofundar seus conhecimentos sobre as características, possibilidades e missões dos parceiros com o foco na superação de limites a partir da complementaridade
  • Ações pensadas e realizadas através da soma de percepções internas e externas a comunidade

Benefícios Identificados pelos Integrantes:

Possibilitou, através do estreitamento das relações, a solidariedade e co-responsabilidade entre profissionais, comunidade e instituições dos diversos segmentos: saúde, educação, assistência social.

√ A relação solidária qualificou os atendimentos às demandas individuais e coletivas do público atendido, promovendo o intercâmbio e a somatória de conhecimentos e práticas de cada segmento.

√  A discussão coletiva de casos gerou resultados significativos para a população, potencializou a força articuladora e o poder de mobilização dos equipamentos e serviços, sendo reconhecida e valorizada pela comunidade, Poder Público e instituições do Terceiro Setor, inclusive as localizadas fora do território dos Amarais

√ Permitiu a captação de recursos financeiros, humanos, assessorias e capacitações que beneficiaram a comunidade

Nossa longa caminhada

A longa caminhada da Abraço Rede Amarais vem sendo possível em função:

  • Do protagonismo de atores internos ao território (instituições/serviços e moradores da comunidade)
  • Das articulações provenientes dos componentes da Rede e de parcerias externas
  • Da relevância dos seus resultados em prol da comunidade
  • Por ser reconhecidamente uma força estratégica de mobilização e fortalecimento de seus integrantes
  • pelo compromisso e responsabilidade dos integrantes da Rede para com a comunidade da Região dos Amarais e com o município de Campinas, SP.

Ações

Durante todo o ano participamos das reuniões da rede sócio-assistencial e realizamos ações voltadas para a comunidade além do trabalho cotidiano de cada entidade:

Abracinhos: que são Atividades de Prevenção : Bloqueio (vacinação), Saúde Bucal, Campanhas (dengue e outras) e Atuação Interdisciplinar: Articulação e encaminhamentos para diversas politicas; Estudos de Casos; Elaboração conjunta de projetos; Grupos de Gestantes       (vamos nos aprofundar no assunto em postagens futuras)

Eventos Coletivos e Atividades de Envolvimento da Comunidade:

  • Dia da Mulher
  • Dia das Mães
  • Dia dos Pais
  • Dia do Idoso
  • Combate a Exploração Sexual Infantil – 18 de Maio
  • ABC (Associação Beneficente Campineira) em ação
  • Caminhada da Paz
  • Abraço Educativo Social da Região dos Amarais (um mega evento já tradicional)

 

Componentes da Rede Abraço: *

ABC – ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE CAMPINEIRA

CEAK – EDUCANDÁRIO EURÍPEDES

CEMEI PROFESSORA APARECIDA CASSIOLATO

CEMEI ROBERTO TELLES SAMPAIO

COHAB –  COHAB CAMPINAS

COMEC – CENTRO DE ORIENTAÇÃO AO ADOLESCENTE DE CAMPINAS

CRAS ESPAÇO ESPERANÇA – CENTRO DE REFERÊNCIA DA ASSISTÊNCIA SOCIAL

CENTRO DE SAÚDE SÃO MARCOS

CENTRO DE SAÚDE SANTA MÔNICA

CTI  RENATO ARCHER– CENTRO DE TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO RENATO ARCHER

DAS NORTE – DISTRITO DE ASSISTÊNCIA SOCIAL NORTE

ASSOCIAÇÃO BENEFICENTE DIREITO DE SER

FEAC –  FUNDAÇÃO FEAC

GRUPO PRIMAVERA

IFSP – INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO

IGREJA NAZARENO GILEADE

IGREJA PRESBITERIANA FILADÉLFIA

PARÓQUIA SÃO MARCOS, O EVANGELISTA

PARÓQUIA SANTA MÔNICA

MAE MARIA ROSA – MOVIMENTO ASSISTENCIAL ESPIRITA MÃE MARIA ROSA

MORADORES – REPRESENTANTES COMUNITÁRIOS

MOVIMENTO HIP-HOP 

INSTITUTO NORBERTO DE SOUZA PINTO

NÚCLEO TONINHO – NÚCLEO ANTONIO DA COSTA SANTOS

SETA – SOCIEDADE EDUCATIVA DE TRABALHO E ASSISTÊNCIA SETA

SPES – SERVIÇO SOCIAL DA PARÓQUIA SÃO PAULO APÓSTOLO

UCF – UNIÃO CRISTÃ FEMININA

VEDRUNA – CENTRO ASSISTENCIAL VEDRUNA

(* Lista de 2016)

Parceiros que colaboraram em 2016:

SINDICATO DA CONSTRUÇÃO CIVIL

CORAL UNIMED

CORAL UNIODONTO

GUARDA MUNICIPAL DE CAMPINAS

CEU VILA ESPERANÇA

UNIVERSIDADE MACKENZIE

GRUPO ESTHER 

VIGILÂNCIA SANITÁRIA DE CAMPINAS

ESCOLA ESTADUAL VILA ESPERANÇA

Parceiros que sempre colaboram conosco:

OAB – ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL

SANASA CAMPINAS

POLICIA MILITAR AMBIENTAL (GUARDA FLORESTAL)

CEPAT CAMPINAS

DEFESA CIVIL DE CAMPINAS

Em breve estaremos publicando posts de cada participante da rede

Desafios:

  • Ampliar as discussões junto aos gestores sobre a importância do desenvolvimento de ações coletivas na comunidade.

  • Investimento financeiro em projetos coletivos.

  • Articulação e participação efetiva das escolas

 

 

 

Nossos contatos:

e-mail: abracoredeamarais@gmail.com

Facebook: Abraço Amarais e Abraço Rede Amarais (fan page)

YouTube: Canal Abraço Rede Amarais

 

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20 anos de Abraços

 XX Abraço Educativo Social da região dos Amarais

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Foto do encerramento do evento

Dia 11 de novembro de 2018, um domingo ensolarado no Jardim Santa Mônica (Região Norte de Campinas, SP), na União Cristã Feminina, foi realizado o nosso 20º Abraço Educativo Social da Região dos Amarais , não mais um evento, mas sim o nosso evento de 20 anos.

Às 9h00 a Elaine e toda a equipe da UCF estava no palco abrindo a nossa 20ª edição com uma convidada especial, a ex-diretora da Escola 31 de Março Miriam Shimizu, que foi uma das fundadoras do Abraço Educativo Social. E assim começava a nossa festa. A população logo cedo estava presente e para começar a Zumba fez a festa logo no inicio.

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da esquerda para direita: Ismênia (CRAS), Elaine (UCF), Miriam Shimizu (ex-diretora da Escola 31 de Março), Cida (SPES) e Vandréia (UCF)

E assim se seguiram várias apresentações além dos serviços oferecidos a população que estava presente. Este ano a FEAC colaborou bastante com o nosso evento e além do palco, som e banners ofereceu pipoca e algodão doce a todo mundo, as crianças adoraram ainda mais.

A participação dos cães da Guarda Municipal de Campinas foi marcante, assim como o sapateado, o Hip Hop, a dança, a música, o coral, percussão, contação de histórias, brinquedos gigantes, orientação jurídica, os jovens da Reprolatina, a pintura de rosto, esmaltação, corte de cabelo, o som, as oficinas, o CadUnico, e as barracas de alimentação, tudo para que o 20º Abraço fosse o melhor. E foi.

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Equipe de coordenação: Alessandra (Grupo Primavera), Cida (SPES), Elaine (UCF) e Cesar (Paróquia São Marcos)

A Rede Abraço Amarais realiza diversos eventos importantes durante o ano e o Abraço Educativo Social é o fechamento do ano destas ações conjuntas. O objetivo é oferecer além dos serviços, uma opção de lazer a população da região dos Amarais e adjacências.

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XX Abraço Educativo Social (2018)

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Todos os anos a Rede Abraço Amarais promove o Abraço Educativo Social da Região dos Amarais.

O evento é o fechamento de nossas ações abertas no ano, e além de ser uma festa oferece uma serie de atividades, apresentações e serviços para toda a população.

Este ano teremos:

CORAL

DANÇA

MÚSICA

LIBRAS

HIP-HOP

POESIA

ZUMBA

SAPATEADO

PERCUSSÃO

EXPOSIÇÕES

BARRACAS DE ARTESANATO

BARRACAS DE ALIMENTAÇÃO

ORIENTAÇÃO JURÍDICA: traga a documentação necessária sobre seu caso para ser orientado como proceder

CORTE DE CABELO: grátis

ESMALTAÇÃO: grátis

CADASTRO ÚNICO (CAD ÚNICO): vai ter o plantão do Cadastro Único, lembrando que o recadastramento para alguns beneficios como o BPC deve ser feito até 31 de dezembro: Idosos devem fazer recadastramento no BPC até 31 de dezembro. São Paulo – Pessoas com deficiência e idosos de baixa renda que recebem da Previdência o Benefício de Prestação Continuada (BPC) precisam ficar atentos: se não se recadastrarem até o fim do ano podem perder o direito.

Documentação:

Certidão de Nascimento;
Certidão de Casamento;
CPF – Cadastro de Pessoa Física;
Documento de identidade – RG;
Carteira de Trabalho;
Título de Eleitor;
RANI – Certidão Administrativa de Nascimento de Indígena;
* Comprovante de residência

BRINQUEDOS GIGANTES

ESQUINA CULTURAL

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS

PINTURA DE ROSTO

Pipoca e Algodão Doce grátis.

O local será a União Cristã Feminina localizada na Rua Olívio Manuel de Camargo, nº 291 – Jardim Santa Mônica

Ônibus que passam pelo local ou próximos:

3.11 – Jardim Santa Mônica/Terminal Mercado/Recanto Fortuna (passa na esquina do evento)

3.12 – Vila Esperança – Terminal Mercado; 3.17 – Jardim São Marcos – São José; 3.13 – CDHU Amarais, 3.16 – Parque Cidade, 3.10 – Vila Olimpia- Jardim Mirassol; 3.19 – Terminal Barão Geraldo; 3.14 – Vila Padre Anchieta – Terminal Barão Geraldo; 2.64 – Padre Anchieta – Terminal Barão Geraldo; 2.66 – Terminal Barão Geraldo – Padre Anchieta; 3.81 – Rodoviária – Dom Pedro Shopping (todos param na Estação de Transferência Amarais)

Realização:

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Apoio:

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Outubro Rosa?

Especial

O que é Outubro Rosa?

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O Mês de Conscientização sobre o Câncer de Mama (BCAM), também referido na América como Mês Nacional de Conscientização sobre o Câncer de Mama (NBCAM), é uma campanha internacional de saúde internacional organizada por grandes instituições de caridade de câncer de mama em outubro para aumentar a conscientização sobre a doença e levantar fundos para pesquisa em causa, prevenção, diagnóstico, tratamento e cura. A campanha também oferece informações e apoio às pessoas afetadas pelo câncer de mama. O mês de conscientização sobre o câncer de mama é uma campanha anual que pretende educar as pessoas sobre a importância do rastreio precoce, teste e muito mais. Esta campanha começa em 1 de outubro e termina em 31 de outubro de cada ano.

Quais são os Objetivos do Outubro Rosa?

Outubro Rosa têm como objetivo conscientizar as mulheres sobre importância da prevenção e do diagnóstico precoce do câncer de mama, que tem altas chances de cura quando descoberto cedo. Mesmo assim, grande parte dos diagnósticos acabam sendo tardios.

Embora seja focado no câncer de mama, muitas instituições aproveitam o mês também para falar sobre outras neoplasias que podem ocorrer no aparelho reprodutor feminino, como o câncer de ovário ou do colo do útero, por exemplo.

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O que é Câncer de Mama?

O câncer de mama começa quando as células do peito começam a crescer fora de controle. Essas células geralmente formam um tumor que muitas vezes pode ser visto em um raio-x ou sentiu como um nódulo. O tumor é maligno (câncer) se as células podem crescer (invadir) os tecidos circundantes ou espalhar-se (metástase) para áreas distantes do corpo. O câncer de mama ocorre quase que inteiramente em mulheres, mas os homens também podem contrair câncer de mama. As células em quase qualquer parte do corpo podem se tornar câncer e podem se espalhar para outras áreas.

Câncer de Mama Masculino

O câncer de mama masculino, que é raro, é geralmente negligenciado. Em 2009, os grupos masculinos de defesa do câncer de mama e a Fundação Brandon Greening para o câncer de mama em homens, juntaram-se para estabelecer globalmente a terceira semana de outubro como “Semana de conscientização do câncer de mama masculino”.

Informações

É o tipo de câncer mais comum entre as mulheres no mundo e no Brasil, depois do de pele não melanoma, respondendo por cerca de 28% dos casos novos a cada ano. O câncer de mama também acomete homens, porém é raro, representando apenas 1% do total de casos da doença.

Relativamente raro antes dos 35 anos, acima desta idade sua incidência cresce progressivamente, especialmente após os 50 anos. Estatísticas indicam aumento da sua incidência tanto nos países desenvolvidos quanto nos em desenvolvimento.

Existem vários tipos de câncer de mama. Alguns evoluem de forma rápida, outros, não. A maioria dos casos tem bom prognóstico.

Estimativa de novos casos: 59.700 (2018 – INCA)

Número de mortes: 14.388, sendo 181 homens e 14.206 mulheres (2013 – SIM)

Como surgiu o Outubro Rosa?

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A Casa Branca decorou-se de rosa em homenagem ao Mês Nacional da Conscientização sobre o Câncer de Mama em outubro de 2008

A NBCAM foi fundada em 1985 em outubro como uma parceria entre a American Cancer Society e a divisão farmacêutica da Imperial Chemical Industries (agora parte da AstraZeneca, produtora de vários medicamentos contra o câncer de mama). O objetivo do NBCAM desde o início foi promover a mamografia como a arma mais eficaz na luta contra o câncer de mama. Em 1993, Evelyn Lauder, Vice-Presidente Corporativa Sênior das Empresas Estée Lauder, fundou The Breast Cancer Research Foundation.

Símbolo do Outubro Rosa: Laço Cor-de-Rosa

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Inicialmente, os laços começaram a ser usados nos Estados Unidos, na década de 70, por Lenney Laingen, uma mulher cujo marido era mantido como refém no Irã. Os laços de cor amarela foram pendurados por ela e seus amigos em algumas árvores, e o objetivo era que o marido voltasse para casa.

A ideia de laços conscientizadores se popularizou e, nos anos 90, era a vez do câncer de mama receber seu próprio laço. Durante a Corrida pela Cura de Nova York de 1991, foram distribuídos laços cor-de-rosa para todos os participantes. No entanto, nessa época, ele ainda não era um símbolo muito forte.

Em 1992, a Estée Lauder Cosmetics, uma empresa de cosméticos, foi a responsável por popularizar o laço cor-de-rosa mundialmente.

Inicialmente, a cor dos laços era laranja, feitos por uma senhora chamada Charlotte Hayley. Ela vendia os lacinhos junto com um cartão que dizia que apenas 5% do budget anual do Instituto Nacional do Câncer era destinado à prevenção. Seu objetivo era convencer as pessoas de que isso tinha que mudar, causando pressão no governo.

Tudo isso chamou a atenção de Alexandra Penney, editora chefe da revista “Self” na época, e Evelyn Lauder, vice-presidente da Estée Lauder Cosmetics. Após algumas discussões — porque Hayley achava as duas mulheres muito comerciais e não queria vender sua ideia —, as duas mulheres de negócios resolveram lançar a campanha dos lacinhos mesmo assim, apenas mudando a cor para rosa.

Com a popularização desse símbolo, que foi distribuído nos Estados Unidos por diversas companhias, ele ficou conhecido como o símbolo mundial da luta contra o câncer de mama.

Em 1997, uma organização resolveu tomar o símbolo para si: a Pink Ribbon International. Trata-se de uma organização não governamental sem fins lucrativos cujo enfoque é a luta contra o câncer de mama. Essa organização está presente em mais de 15 países ao redor do mundo.

Outubro Rosa Programação em Campinas -SP 2018

A Prefeitura de Campinas inicia nesta segunda-feira, 1º de outubro, a campanha do Outubro Rosa, um movimento mundial que tem o objetivo de mobilizar a sociedade para a importância da prevenção do câncer de mama. A doença consiste na primeira causa de morte por câncer entre as mulheres campineiras. As informações são da Prefeitura de Campinas. 

A edição deste ano tem como tema “Mulheres Fortes, Eu Venci” e conta com uma extensa programação que inclui duas exposições, caminhada, revoada de balões, apresentação de dança, iluminação de prédios públicos na cor rosa e palestras sobre câncer de mama. Todas as atividades são gratuitas.

Abertura
A abertura do evento, na segunda-feira, terá dois momentos. O primeiro às 10h, no Symetria, na rua Itália, 388, Vila Andrade Neves. No local, haverá café da manhã e revoada de balões na cor rosa. Os balões são biodegradáveis e vão carregar, cada um, sementes de ipês-rosa para que possam brotar onde cair na cidade.
Também no Symetria, no mesmo dia, começa a venda das camisetas da campanha, por R$ 15,00. Toda renda obtida será revertida para o Grupo Rosa e Amor e para o Centro de Atenção Integral à Saúde da Mulher (Caism) da Unicamp. No dia 31, encerramento da campanha, está agendada a entrega da renda arrecadada para as entidades.
O segundo momento da abertura acontece às 18h, no Balão do Castelo, com apresentação do Stúdio de Dança Érika Ramos. Será apresentada uma coreografia de hip hop com o título: A origem é bruta…O gigante não morreu!, que foi obteve recentemente o primeiro lugar na categoria de danças urbanas, no Festival de Danças Mercosul, na Argentina. O elenco é composto por 26 dançarinos, sendo alunos e ex-alunos das escolas municipais de Campinas. A academia fica localizada no distrito do Ouro Verde.
Monumentos iluminados
Também a partir de segunda-feira, o Paço Municipal, a Torre do Castelo e os reservatórios de água da Sanasa dos bairros Nova Campinas, Gramado, São Vicente, DIC, São Bernardo e Alto do Taquaral passam a ser iluminados, à noite, com uma luz rosa – a cor rosa é o símbolo da campanha.
Conscientização
“O Outubro Rosa é um mês para as mulheres se conscientizarem que precisam fazer a mamografia. Precisamos vencer o medo de realizar o exame e enfrentar o diagnóstico”, diz a primeira-dama Sandra Ciocci, líder do movimento Transforma Campinas (www.transformacampinas.com.br) e coordenadora da campanha do Outubro Rosa.
Sandra afirma que não é preciso esperar para marcar a mamografia na rede pública da cidade porque a fila foi zerada. Segundo ela, a campanha busca alertar as mulheres para que façam os exames preventivos do câncer de mama não somente durante o mês de outubro, mas ao longo do ano, permitindo assim fazer o diagnóstico precoce, tratar e superar a doença a tempo.
Exposições
No dia 8 de outubro, serão abertas duas exposições fotográficas nos shoppings Iguatemi e Galleria. As mostras reúnem trabalhos de 13 fotógrafos campineiros sobre 13 mulheres que aceitaram o desafio de contar como enfrentaram o câncer de mama.
Uma das mulheres retratadas será Valeria Peris, Miss Brasil 1994. Outro destaque da campanha é a participação da campeã brasileira de basquete, Karla Costa, que é a ‘madrinha’ do Outubro Rosa 2018.
Caminhada
No dia 21, um domingo, haverá a Caminhada Laço Rosa. Começa às 8h, na Praça Arautos da Paz, no Taquaral. A atividade vai chamar a atenção para a importância do apoio de familiares e amigos na prevenção, tratamento do câncer e também na recuperação da autoestima.
O Outubro Rosa está sendo promovido pela Prefeitura de Campinas, Sanasa, Transforma Campinas, Symetria, Unimed, Grupo Bandeirantes, EPTV, Rede Família, TVB, TV Câmara, VTV, Shopping Iguatemi, Galleria Shopping, Grupo Rosa e Amor, Caism, Ative Vida, Dimen, Groove 19, Agni´s, Grupo Mulheres do Brasil, D/Lavoro, Débora Selanne, Érika Ramos e Franco Júnior.
Palestras
Durante todo o mês, médicos especialistas do Caism Unicamp ministrarão palestras sobre câncer de mama. As palestras serão realizadas na Associação de Educação do Homem de Amanhã – AEDHA – mais conhecida como Guardinha, Patrulheiros Campinas, Centro de Educação Profissional de Campinas (Ceprocamp), Educandário Eurípedes e Infraero.
COC adere ao Outubro Rosa
O Centro de Oncologia de Campinas (COC) também fará parte da programação do Outubro Rosa. De 1º a 29 de outubro, o COC promoverá uma série de atividades, todas gratuitas.
Câncer de mama
Em Campinas, o câncer de mama é a principal causa de morte por câncer entre as mulheres. A melhor forma de prevenir esta doença é por meio do exame clínico anual e da mamografia. De acordo com protocolo do Ministério da Saúde, a partir dos 50 anos deve ser realizada pelo menos uma mamografia a cada dois anos. Em Campinas, a Secretaria de Saúde inicia os exames já a partir dos 40 anos. As mulheres que apresentarem nódulo ou outro sintoma terão os exames complementares realizados independente da idade e conforme o caso.
As mamografias são solicitadas nos Centros de Saúde e realizadas no Hospital de Amor, na Policlínica 1 e no hospital Celso Pierro.
Outubro Rosa
O “Outubro Rosa” é comemorado em todo o mundo. O nome faz referência à cor do laço rosa, que simboliza a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades nesta causa. O movimento começou nos Estados Unidos, onde vários estados tinham ações isoladas relacionadas ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro. No Brasil, a primeira iniciativa em relação ao “Outubro Rosa” foi a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista, em São Paulo (mais conhecido como o Obelisco do Ibirapuera), em 2 de outubro de 2002.
Programação
Dia 1º
Às 10h – Abertura no Symetria com café da manhã e revoada de Balões. Rua Itália, 388, Vila Andrade Neves.
Às 18h – Abertura no Balão do Castelo com apresentação do Stúdio de Dança Érika Ramos e iluminação da Torre do Castelo.
Balão do Castelo, na Praça Vinte e Três de Outubro – Av. João Erbolato, S/N – Castelo.
Dia 8
Exposição de fotos nos shoppings Iguatemi e Galleria.
Dia 17
Às 19h – Leilão em prol do Caism e Grupo Rosa e Amor realizado pela Loja Débora Selanne. Rua General Osório, 2.310, Cambuí.
Dia 21
Às 8h, Caminhada Laço Rosa, na Arautos da Paz, Taquaral.
Das 9h às 12h – Evento beneficente Outubro Rosa com oficinas artísticas, atividades esportivas, música e palestras. Praça Carmela de Vita Godoy, Vila 31 de Março.
Dia 31
Às 10h – encerramento da campanha no Caism Unicamp.

Fontes pesquisadas:

Comunicado Oficial da Abraço Rede Amarais sobre as Eleições 2018

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A Rede Abraço Amarais comunica oficialmente que não apoia nenhum candidato, partido político ou coligação politico-partidária neste ou em qualquer pleito eleitoral.
Informamos que ninguém está autorizado a falar em nome da Rede Abraço Amarais como apoiadora ou incentivadora de nenhuma ação que envolva propaganda ou apoio a determinada candidatura ou partido politico, seja na esfera majoritária (candidatos a presidência ou ao governo do estado) ou seja na escala legislativa (candidatos a senadores, deputados estaduais e federais).
A Rede Abraço Amarais se reserva ao direito de não compartilhar, curtir ou comentar qualquer publicação de cunho politico, que seja identificado como propaganda eleitoral (ou postagem que esteja implícita a intenção de campanha) mesmo que a rede seja marcada no feed. Também nos reservamos ao direito de excluir de nossas páginas qualquer mensagem, comentário ou postagem que venha a ter este tipo de ação. E não autorizamos o uso do logo ou qualquer referência da Rede Abraço Amarais em ações que visem as campanhas.
A Rede Abraço Amarais, nestes vinte anos nunca foi associada a nenhum partido politico e não apoia ou apoiou nenhum candidato.
Fica vedado a cada membro da rede a liberdade para apoiar quem quer que seja (partidos ou candidatos), mas esta é uma ação pessoal e não uma ação da Rede Abraço Amarais.
Acreditamos na importância das eleições e também em como é saudável o debate politico, mas acreditamos também na nossa independência como rede. Por isso optamos sempre por nos mantermos neutros (enquanto rede).
Agradecemos a compreensão de todos.
Milton Cesar
Equipe de Coordenação 2018 da Rede Abraço Amarais

O conceito de “rede”

Especial : O que é uma Rede

Compartilhado por: Elaine Renata Alves do Carmo
Assistente Social Coordenadora da União Cristã Feminina

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O que seria trabalhar em rede? Qual é o conceito?

Em 2018 nós da Abraço Rede Amarais completamos 20 anos atuando na região dos Amarais  (Região Norte de Campinas, SP) e somos uma rede que congrega as Entidades Assistenciais , ONGs, Serviços  Públicos, Igrejas, Escolas, Creches e população. E nos organizamos como uma rede. Achei esse material muito interessante.

Em busca do conceito de “Redes”

Aceita por todos como fato presente em nossas vidas, a atuação em rede é algo de que hoje muito se fala. Entretanto, pouco se compreende em termos concretos, o que isto significa. Fala-se em rede de transportes, rede de ensino público, rede de abastecimento, rede elétrica, rede de televisão, rede de lojas; sem que percebamos, utilizamos o termo redes para os mais diversos fins. E é impressionante como se observa uma consistência no emprego do termo para uma multiplicidade de aplicações (LIPNACK & STAMPS, 1992, p. 18).

Redes são estruturas abertas capazes de expandir de forma ilimitada, integrando novos nós desde que consigam comunicar-se dentro da rede, ou seja, desde que compartilhem os mesmo códigos de comunicação (por exemplo, valores ou objetivos de desempenho). Uma estrutura social com base em redes é um sistema aberto, altamente dinâmico suscetível de inovação sem ameaças ao seu equilíbrio(…). Mas a morfologia da rede também é uma fonte de drástica reorganização das relações de poder (CASTELLS, 2000, p.498).

Para melhor compreensão deste conceito, é preciso visualizar e compreender algumas de suas características.

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Principais Características do Trabalho em Redes

Características O que significa
Horizontalidade Premissa essencial para uma rede, todos têm a mesmo poder de decisão.
Multiliderança Não há chefesna rede, mas sim muitos líderes.
Objetivos compartilhados Não há redes se seus membros não compartilharem os mesmos objetivos e valores.
Livre intercomunicação horizontal O fluxo de informações é livre entre os membros da rede. Não há censura.
Co-responsabilidade Todos são co-responsáveis pelo funcionamento da rede, o que requer iniciativa individual.
Democracia A participação na rede se dá de forma democrática, pautada pela transparência nas relações.
Solidariedade As redes se contrapõem à cultura do “levar vantagem” e do “guardar pra si”.
Autonomia e empoderamento dos seus membros Organizar-se em rede pressupõe a busca continuada pela emancipação de seus membros, sendo portanto um operação de natureza política.
Livre entrada e saída A rede está sempre aberta à entrada e à saída de participantes.

Conceitos associados ao “organizar-se em Rede”

Quando falamos em Redes, imediatamente trazemos conceitos associados, que fazem parte do repertório desse tipo de organização. Redes são usualmente definidas como um sistema de nós (ou nodos) e elos, termos utilizados para se descrever redes físicas, como a telefônica.

Enquanto fonte ou receptora de informações, uma pessoa é um . Enquanto portadora de informações, fazendo uma conexão entre nós, uma pessoa é um elo. A essência do trabalho em redes reside no relacionamento pessoa-pessoa (LIPNACK & STAMPS, 1992, p. 10).

Além destes dois novos conceitos apresentados (nós e elos), há pelo menos mais dois termos associados consideravelmente inerentes ao trabalho em redes: facilitação e hospedagem.

Para que a rede funcione com certo dinamismo, é necessária a figura do facilitador, ou animador. Cada rede pode ter de um a muitos facilitadores ou animadores, os quais não detêm poderes diferenciados dos demais membros da rede, mas apenas apresentam atributos específicos que os qualificam facilitadores. Eles não coordenam ou comandam a rede, apenas criam condições propícias ao fluxo de informações. Para tanto, necessitam ser reconhecidos pelos participantes da rede como tal.

Com relação ao segundo termo, hospedagem, a rede necessita de facilitadores que por sua vez precisam de alguma estrutura de “suporte” à rede. Como a rede não apresenta (nem deve apresentar) natureza jurídica, trata-se de uma forma de organização que congrega horizontalmente diversas instituições e pessoas. Assim como a rede necessita do papel de facilitadores, ela também necessita ser “hospedada” por alguma ou algumas instituições. Por exemplo, a Rede Brasileira de Educação Ambiental – REBEA – atualmente está hospedada no Instituto Ecoar para a Cidadania, uma ONG de SP. Cabe ressaltar que tanto a facilitação quanto à hospedagem de redes é um processo também dinâmico, está sempre mudando conforme as entradas e as saídas de participantes e de acordo com o próprio funcionamento da rede.

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Celebrando o trabalho da Rede Abraço Amarais em 2017

Objetivos comuns do trabalho em Redes

Em geral a organização em redes pressupõe compartilhar alguns objetivos em comum: – intercâmbio de informações; – contribuir para formação de seus membros; – criar laços de solidariedade; – realizar ações em conjunto. Podemos, no entanto, estar dispostos em rede, sem operar em rede. O que faz da arquitetura de rede uma rede é seu modo de funcionamento. No caso que nos importa aqui: um modo de operar que contemple, pressuponha e atualize a autonomia dos membros da rede; que faça da horizontalidade, da descentralização, do empoderamento e da democracia uma ética de operação (MARTINHO, ?, p. 2).

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Como se organizar em Rede ?

O primeiro passo para quem deseja organizar-se em rede passa pela necessidade de identificação de objetivos comuns, para que cada membro possa efetivamente sentir-sepertencente à rede. A noção de pertencimento está diretamente vinculada ao conceito de participação. Participar pressupõe sentir-se parte, perceber-se pertence ao grupo, à rede, etc.

Vencido este primeiro passo, é necessária a definição de facilitadores para a rede e onde a mesma estará hospedada. Como vimos anteriormente, a facilitação ou animação é característica básica para o “organizar-se em rede”, juntamente com a hospedagem da rede em si. Um outro conceito associado diretamente vinculado a estes dois é o de Secretaria Executiva. Comumente a instituição que hospeda a rede e que tem pessoas que a facilitam acaba se tornando a Secretaria Executiva da rede.

Algumas tipologias de redes

O trabalho de INOJOSA, 1999 nos aponta algumas tipologias de redes. É possível, segundo ela, “distinguir alguns tipos, segundo as relações entre os parceiros e segundo o foco de atuação” (p. 3)

Tipos de redes, quanto à relação entre os parceiros:
Rede Subordinada, Rede Tutelada e Rede Autônoma

  • Entes são parte de uma organização
  • Existe uma interdependência de objetivos
  • A articulação depende da vontade dos entes
  • Há apenas um lócus de controle
  • Entes têm autonomia mas articulam-se sob a égide de uma organização
  • Rede fica dependente da persistência de propósitos do ente mobilizador
  • Ente mobilizador tende a ficar como lócus de controle
  • Entes são autônomos e articulam-se voluntariamente
  • Pressupõe uma idéia-força mobilizadora
  • A rede é aberta e trabalha por pactuação
  • As identidades dos parceiros são preservadas e é construída uma identidade da rede
  • O controle é compartilhado

Fonte: INOJOSA, 1999, p. 4-5.

Tipos de redes, quanto ao foco de atuação:
Redes de Mercado e Redes de Compromisso Social

  • São redes articuladas em função da produção e/ou apropriação de bens e serviços
  • Visam a complementaridade ou a pontencialização dos parceiros face ao mercado
  • As relações são perspassadas pelos interesses do mercado, e podem oscilar entre cooperação e competição
  • A relação de parceira das redes de mercado tende a ser de subordinação ou tutela
  • São redes que têm como foco questões sociais
  • Visam complementar a ação do Estado ou suprir a sua ausência no equacionamento de problemas sociais complexos, que põem em risco o equilíbrio social
  • As relações nascem e se nutrem de uma visão comum sobre a sociedade ou sobre determinada questão social e da necessidade de uma ação solidária
  • Demanda estratégias de mobilização constante das parcerias e de reedição.

Fonte: INOJOSA, 1999, p. 6.

WHITAKER (1993) também propõe uma tipologia de redes, mais simplificada. As redes podem interligar somente pessoas; somente entidades; e ambos. Também podem ser de diferentes tamanhos – de uma equipe que trabalhe em rede a uma rede de bairro ou de sala de aula, até uma rede internacional. Podem existir igualmente redes de redes. E dentro de uma rede podem se formar sub redes, com objetivos específicos” (op. cit., p. 8).

O que fortalece a Rede?

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  • Tratar as pessoas com respeito e integridade;
  • Oferecer primeiro: alimente sua rede com informações, dicas, idéias, links, indicações, experiências, etc. Isso incentivará aos demais participantes a fazer o mesmo;
  • Reconhecer e agradecer os recursos recebidos;
  • Deixar tudo às claras: promover um processo de comunicação transparente é fundamental para o trabalho em redes;
  • Realizar ações de cultivo: diversas ações podem ser promovidas para articular a rede. Encontros presenciais são importantes momentos de promover integração entre os membros da rede, e devem ser estimulados sempre que possível;
  • Incentivos a articulações regionais: organizações e pessoas de uma mesma região tendem a ter problemas similares e pela proximidade geográfica, têm maiores possibilidades de realizarem reuniões presenciais;
  • Encontros presenciais: reforçam os laços de confiança da rede e a tornam mais propícia a comunicação e trabalho conjunto. Embora nem sempre todos os integrantes de uma rede possam comparecer a reuniões presenciais, as comunicações aumentam significativamente após os encontros;
  • Construção de mecanismos informativos: o objetivo é manter os participantes atentos às ações da rede. A tônica deste tipo de comunicação pode ser bastante informal e algumas notícias podem ser de caráter corriqueiro para fortalecer outros tipos de vínculos entre os participantes.

Dificuldades do trabalho em rede

Podemos identificar algumas barreiras comuns à articulação de redes organizacionais. Estas dificuldades podem ser classificadas em três tipos de limitações:

1) Barreiras Políticas: quanto mais uma rede for coesa e dotada de um propósito claro e unificador, mais preparada ela estará para lidar com problemas de relacionamento entre seus integrantes. É preciso que a rede se organize como uma equipe, o que é bem diferente de um agrupamento.
2) Barreiras Técnicas: estão relacionadas às estratégias de comunicação entre os participantes da rede. É comum as redes optarem pelo uso de sofisticadas plataformas de comunicação baseadas na informática (internet) e os participantes menos familiarizados com estas novas tecnologias acabam enfrentando algumas dificuldades ao utilizá-las.
3) Barreiras Internas: o próprio processo de organização da rede pressupõe certas dificuldades, a começar pela própria questão conceitual. Muitos participantes têm certa dificuldade em entender a dinâmica de funcionamento de uma rede, o que pode ser decorrente de uma cultura baseada em estruturas hierarquizadas e pouco flexíveis, nas quais estamos inseridos desde a infância. Além desta dificuldade, há a necessidade de clareza dos papéis de cada participante na rede bem como dos objetivos da mesma.

Referências:

AYRES, B. Redes organizacionais no terceiro setor – um olhar sobre suas articulações. Rio de Janeiro, 2001., 15 p.

CASTELLS, M. A sociedade em rede. São Paulo : Paz e Terra, 1999.

FACHINELLI, A.C. et al.  A prática da gestão de redes: uma necessidade estratégica da Sociedade da Informação In: Revista Com Ciência, 2000.

INOJOSA, R.M. Redes de compromisso social In: Revista de Administração Pública, Rio de Janeiro : FGV, 33 (5), set/out 1999, 115- 141 p.

LIPNACK, J. & STAMPS, J. Networks: Redes de Conexões. São Paulo : Aquariana, 1992.

MACHADO, A.L.I. et all Las redes como instrumentos de transformación social. Caracas, www.rbc.org.br, 1999.

MARTINHO, C. e desenvolvimento localwww.rbc.org.br

PRADO, J.L.A. A naturalização da rede em Castells. www.rbc.org.br

WHITAKER, F. Rede: uma estrutura alternativa de organização. CEDAC/ Ano 2/ no 3, 1993, 12 p.

Original publicado em:

http://www.mma.gov.br/port/sdi/ea/enraizea/htms/busca_conceito_redes.htm 

Conheça os novos decretos que regulamentam a Lei Brasileira de Inclusão

Diário da Inclusão Social

ALei Brasileira de Inclusão  ( Lei n° 13.146/2016) representa um grande avanço na concretização e promoção dos direitos das pessoas com deficiência. São 127 artigos que garantem vários direitos a esse segmento social; como o atendimento prioritário, direito à habilitação e reabilitação, direito à saúde, direito à educação, direito à moradia e acessibilidade.

Contudo, certos dispositivos da lei necessitam de regulamentação para a sua plena efetividade; tarefa essa que cabe ao Poder Executivo.  Por isso, separamos alguns decretos que foram publicados em 2018. Confiram!

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Dia do Abraço na UCF

União Cristã Feminina 

Por Elaine Renata Alves do Carmo

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Dia do Abraço

O Dia do Abraço é uma data comemorada internacionalmente em 22 de maio. Supostamente começou, em 2004, pela iniciativa de um homem australiano que distribuía abraços gratuitamente pelas ruas de Sydney. Com o objetivo de proporcionar às crianças e adolescentes, atendidos pela UCF, momentos de interação com a comunidade, foi lançada ontem a Campanha do Abraço Grátis UCF.

Foram muitos abraços distribuídos pelas ruas, residências e pontos comerciais da região. E a campanha continua hoje. Quem quiser um abraço cheio amor e amizade dê uma passadinha na União Cristã Feminina, certamente terá alguém de braços e coração aberto para recebe-lo.

Elaine Renata Alves do Carmo

Assistente Social Coordenadora da UCF

O Dia do Abraço, comemorado internacionalmente em 22 de maio, começou pela iniciativa de um homem australiano em 2004, o qual criou a campanha “Free Hugs Campaign”, onde distribuía gratuitamente abraços pelas ruas de Sydney.

Com pseudônimo de “Juan Mann” ele tinha como objetivo fazer as pessoas felizes e, com isso, ganhou visibilidade na cidade. Sua iniciativa somente ganhou destaque internacional quando a banda australiana Sick Puppies gravou um clipe com imagens da campanha. O vídeo foi um presente para Juan Mann que havia perdido a avó a pouco tempo – o vocalista da banda colocou o vídeo no YouTube e em dois dias já haviam 250 mil visualizações.

Após o clip a campanha se espalhou por todo o mundo e foi em Portugal que a data se firmou, quando o Leiria Happiness Club, fundado pela Associação Fazer Avançar, realizou a campanha em 22 de maio de 2012 e estima-se que 5000 abraços foram dados gratuitamente.

Também é um dia muito especial para a nossa rede já que até no nome já estamos abraços. Feliz Dia do Abraço .

Combate ao Abuso e a Exploração Sexual Infantil e Adolescente – 2018

O Dia 18 DE MAIO, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro e que já alcançou nesses 18 anos muitos municípios do nosso país.

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Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune.

A proposta do “18 DE MAIO” é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual.

DIA NACIONAL DE COMBATE AO ABUSO E EXPLORAÇÃO SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES CORTEJO de SENSIBILIZAÇÃO E MOBILIZAÇÃO – PROTEJA A NOSSAS CRIANÇAS E ADOLESCENTES No dia do evento será realizado um cortejo com o mesmo trajeto da Caminhada da Paz. A concentração se dará na frente das instituições ABC (R. Dr.Luiz Aristeu Nucci, 155 – Jardim São Marcos) e do Grupo Primavera ( R. Dr.Luiz Aristeu Nucci, 30 – Jardim São Marcos)  às 08h30min e o início do cortejo será às 9h00 em direção ao CEU Vila Esperança ( Rua André Grabois, s/n).

Ás 9h45 será realizada a Apresentação da Musical por grupo de jovens do Educandário Eurípedes, cujo a letra e música será a “ Camila “ por retratar a história de uma jovem vítima de abuso (segue anexo ). Quanto ao transporte, ficou acordado que teremos ônibus para o SCFV do União Cristã Feminina e o SCFV Núcleo Antônio da Costa Santos para translado das instituições até o ponto inicial do cortejo e depois do CEU Vila Esperança para as instituições. O transporte do CRAS fará o translado dos jovens que faraõ a apresentação musical do CCII Educandário Euripedes.

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ANEXOS I. Sugestão de vídeos de mobilização:

site: Defenda-se!

http://defenda-se.com/videos/#

A campanha Defenda-se contribui com as políticas de enfrentamento à violência sexual contra crianças e adolescentes, especialmente no campo da prevenção, ao promover a autodefesa de meninos e meninas contra o abuso e a exploração sexual por meio de vídeos educativos que dialogam com a linguagem de Versão Amigável. Os vídeos ilustram situações cotidianas em que a criança pode se defender, agindo preventivamente, relatando a violência para alguém de confiança e fazendo a denúncia diretamente para os canais de denúncia existentes, como o Disque 100, que recebe e encaminha denúncias de violações de direitos humanos. Assista aos vídeos e mobilize a campanha em suas redes

Campanha de enfrentamento à violência sexual cometida contra crianças | 09 Carinhos (link: https://www.youtube.com/watch?v=vjwSPkguQxc)

TEXTO BASE

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Nesse 18 de Maio se comera o 18º ano de mobilização no “Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”, instituído pela Lei Federal 9.970/00. O Dia 18 de Maio, é uma conquista que demarca a luta pelos Direitos Humanos de Crianças e Adolescentes no território brasileiro e que já alcançou nesses 18 anos muitos municípios do nosso país. Esse dia foi escolhido porque em 18 de maio de 1973, na cidade de Vitória (ES), um crime bárbaro chocou todo o país e ficou conhecido como o “Caso Araceli”. Esse era o nome de uma menina de apenas oito anos de idade, que teve todos os seus direitos humanos violados, foi raptada, estuprada e morta por jovens de classe média alta daquela cidade. O crime, apesar de sua natureza hedionda, até hoje está impune. A proposta do “18 de maio” é destacar a data para mobilizar, sensibilizar, informar e convocar toda a sociedade a participar da luta em defesa dos direitos sexuais de crianças e adolescentes. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual. A violência sexual praticada contra a criança e o adolescente envolve vários fatores de risco e vulnerabilidade quando se considera as relações de gênero, de raça/etnia, de orientação sexual, de classe social, de geração e de condições econômicas. Nessa violação, são estabelecidas relações diversas de poder, nas quais tanto pessoas e/ou redes utilizam crianças e adolescentes para satisfazerem seus desejos e fantasias sexuais e/ou obterem vantagens financeiras e lucros. Nesse contexto, a criança ou adolescente não é considerada sujeito de direitos, mas um ser despossuído de humanidade e de proteção. A violência sexual contra meninos e meninas ocorre tanto por meio do abuso sexual intrafamiliar ou interpessoal como na exploração sexual. Crianças e adolescentes vítimas de violência sexual, por estarem vulneráveis, podem se tornar mercadorias e assim serem utilizadas nas diversas formas de exploração sexual como: tráfico, pornografia, prostituição e exploração sexual no turismo. Esse ano, mais uma vez, em alusão ao Dia 18 de Maio, o Comitê Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, vem ressaltar a importância da mobilização e participação dos diversos setores nessa ação. A adesão de municípios, setor privado, igrejas, organizações sociais na mobilização em torno do “18 de Maio” por meio de caminhadas, audiências públicas, debates nas escolas, concursos de redação nas escolas, exibição de filmes, realização de seminários e oficinas temáticas de prevenção da violência sexual, panfletagem, criação de produtos de comunicação sobre a temática, campanhas nas rádios e entrevistas com especialistas entre outras ações, tem sido um marco fundamental para garantir avanços.  Queremos ressaltar também a responsabilidade do poder público e da sociedade na implementação do Plano Nacional de Enfrentamento à Violência Sexual contra Crianças e Adolescentes, na garantia da atenção às crianças, adolescentes e suas famílias, por meio da atuação em rede, fortalecendo o Sistema de Garantia de Direitos preconizado no Estatuto da Criança e do Adolescente (Lei Federal 8.069/90) e tendo como lócus privilegiado os Conselhos de Direitos da Criança e do Adolescente no âmbito dos estados e municípios. O enfrentamento à violação de direitos humanos sexuais de crianças e adolescentes pressupõe que a sexualidade é uma dimensão humana, desenvolvida e presente na condição cultural e histórica de homens e mulheres, que se expressa e é vivenciada diferentemente nas diversas fases da vida. Na primeira infância, a criança começa a fazer as descobertas sexuais e a notar, por exemplo, diferenças anatômicas entre os sexos. Mais à frente, com a ocorrência da puberdade, passa a vivenciar um momento especial da sexualidade, com emersão mais acentuada de desejos sexuais. Aos adultos, além da sua responsabilidade legal de proteger, de defender crianças e adolescentes, cabe o papel pedagógico da orientação e acolhida. Dessa forma, buscando superar mitos, tabus e preconceitos, oferecendo segurança para que possam se reconhecer como pessoa em desenvolvimento e se envolver coletivamente na defesa, garantia, e promoção dos seus direitos, inclusive dos direitos sexuais. Queremos convocar todos – família, escola, sociedade civil, governos, instituições de atendimento, igrejas, templos universidades, mídia – para assumirem o compromisso no enfrentamento da violência sexual, promovendo e se responsabilizando para com o desenvolvimento da sexualidade de crianças e adolescentes de forma digna, saudável e protegida. É preciso garantir a toda criança e adolescente o direito ao desenvolvimento de sua sexualidade de forma segura e protegida, livres do abuso e da exploração sexual. Nesse 18 de Maio, são 18 anos “FAZENDO BONITO” na luta pelos direitos de crianças e adolescentes. Nós estamos dispostos a continuar nos mobilizando sobre isso. Esperamos que você também esteja!

Dia Mundial da Conscientização do Autismo – 2 de Abril

Dia 02 de abril: Dia Mundial da Conscientização do Autismo

por Silvana Terume

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Simbolo Mundial do Dia da Conscientização do Autismo

Hoje, dia 02 de abril, é o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Desde 2007, esta data foi criada pela Organização das Nações Unidas (ONU) a fim de chamar atenção da sociedade e dos governantes para o Transtorno do Espectro Autista (TEA). A ideia é contribuir para o esclarecimento da população e, especialmente, apontar a necessidade do oferecimento de serviços de saúde e educação capacitados para acolher e trabalhar com as pessoas com este diagnóstico e seus familiares. A cor escolhida para marcar a data é a azul.

Estima-se que o Transtorno do Espectro Autista atinge 2 milhões de pessoas apenas no Brasil e a prevalência é maior em meninos. Atualmente, há discussões sobre a questão da incidência de acordo com o gênero, pois muitas mulheres têm recebido o diagnóstico apenas quando adultas. Há indícios de que, talvez, as meninas aprendam a imitar suas colegas demonstrando menos os sinais do autismo quando crianças ou, ainda, que os diagnósticos se baseiem muito mais nas características prevalentes em meninos. Não se sabe ao certo ainda as causas do autismo, mas os cientistas têm se debruçado bastante sobre o tema nos últimos anos.

As principais características do TEA são: dificuldade de comunicação; dificuldade de socialização; padrão de comportamento restritivo e repetitivo. O termo espectro traz a ideia de que existe uma gradação do transtorno, de casos mais leves a mais graves e que há variação na forma como se apresenta. Isto significa que encontramos pessoas com autismo que se comportam de maneiras diferentes, variando também o impacto na rotina dos indivíduos.

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Capa da Cartilha sobre Autismo desenhada por Ziraldo (clique aqui e baixe o PDF grátis)

É possível diagnosticar ou suspeitar de autismo por volta de 2 anos de idade  observando algumas características do desenvolvimento das crianças. Por isso, os profissionais de educação infantil e da saúde, como pediatras e enfermeiros, por exemplo, devem ter olhares atentos. Alguns sinais que devem despertar a atenção dos profissionais que lidam com as crianças são: não falar aos dois anos, não apontar para o que quer e não olhar quando alguém a chama.

Após fechado o diagnóstico, que pode ser realizado por profissionais da saúde como pediatras, psicólogos, psiquiatras e neurologistas, é importante que a criança e seus familiares tenham uma rede de apoio adequada: profissionais da educação capacitados, além de acompanhamento por profissionais da saúde. Não existe cura para o transtorno do espectro autista, mas uma equipe multiprofissional composta por fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos, terapeutas ocupacionais, psiquiatras entre outros podem contribuir com o desenvolvimento das pessoas com este diagnóstico, além de acolherem e orientarem os familiares. Por isso, é tão importante que os profissionais tenham formação continuada sobre o tema, além de serem contratados profissionais especializados pelas Secretarias de Educação e Saúde dos municípios.

Em Campinas, há espaços como os Centros de Atenção Psicossocial Infanto Juvenis (CAPS IJ) que trabalham com as crianças com TEA e seus familiares, além da Associação para o Desenvolvimento dos Autistas de Campinas (ADACAMP) e o Centro de Desenvolvimento Humano Tiquira. Porém, nestas instituições, não há vagas para todas as pessoas com autismo, o que faz com que esta data ganhe ainda mais importância como um dia de luta pelo direito das pessoas com TEA.

Referências do texto e para mais informações:

https://vivabem.uol.com.br/noticias/redacao/2018/04/02/autismo-entenda-o-que-e-e-como-identificar-o-transtorno.htm

https://g1.globo.com/ciencia-e-saude/noticia/so-descobri-que-tinha-autismo-depois-de-adulta.ghtml

http://lagartavirapupa.com.br/

https://abaforadamesinha.com.br/blog/

https://www.centrotiquira.com.br/

http://www.adacamp.org.br/

Silvana Terume é psicóloga no Centro de Saúde São Marcos (Jardim São Marcos – Campinas) e escreve regularmente neste blog

capacartilha Leia também

 

 

Dia Internacional das Mulheres 2018 – Muita coisa para contar

Noticias que valem a pena

Atualizado em 20/03/2018 – 6h25min

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O Dia Internacional das Mulheres é um dia muito importante, não só para as mulheres, mas para todo o mundo. É um dia de se conscientizar sobre a situação da mulher e em como ainda falta muito para se alcançar a igualdade de gênero.

Mas também é um ótimo dia para se comemorar as conquistas e porque não receber algum presente por isso.

A Rede Abraço Amarais através das entidades que fazem parte dela também esteve presente no dia das mulheres com muitas ações promovidas.

ABC – Associação Beneficente Campineira

 

O dia “Internacional da Mulher” foi um momento maravilhoso e descontraído…quem não foi perdeu em conhecer a Larissa que nos encantou com a Dança do Ventre. Dança milenar ligada a fertilidade e a sexualidade..tudo é fascinante nesta dança, além de trazer inúmeros benefícios para o corpo e para a mente da mulher. É uma ótima opção as mulheres que não gostam de frequentar academias, pois os movimentos na região do Ventre, fortalecem e tonificam os músculos, proporciona flexibilidade ao corpo, promove a reeducação postural, modela pernas, braços, cintura, quadris, costas e glúteos, além de aumentar capacidade cardiorrespiratória, ativação da respiração sanguínea, melhor funcionamento do aparelho digestivo, rins e órgãos sexuais…lista ainda alívio de dores no corpo e articulações, prisão de ventre e os tão temidos sintomas da menopausa…meninas, pasmem…a dança do Ventre pode ajudar a queimar 400 calorias…os muitos benefícios fazem desta dança uma terapia corporal e mental, combatendo estresse, melhorando auto estima oferecendo estímulo ao convívio social…quem participou pode dar um like ai.. (Raquel – coordenadora do ABC)

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Centro de Saúde São Marcos

Foram muitas as ações do Centro de Saúde, a maioria aberta ao público em geral. Foram feitos pedidos de mamografia para aquelas que necessitavam. Foram promovidas várias rodas de orientação bucal e posterior avaliação do dentista. Muitas ações e todas com bastante sucesso.

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Roda de Mulheres resgatando a história de vida e refletindo sobre novas perspectivas
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Adolescentes discutindo sobre a desigualdade de gênero

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CRAS Espaço Esperança

O CRAS também faz parte da nossa rede e promoveu belas ações nesta Semana da Mulher. Exposições e palestras sobre o tema, sempre de um jeito  especial e descontraído. Muito sucesso também.

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